quarta-feira, 6 de maio de 2009

Provocação experimental

Então, outro dia eu fui fazer um extrato no caixa eletrônico da Faculdade Seama. Fui chegando exatamente como alguém chega no caixa eletrônico...cheguei e me posicionei atrás da última pessoa que estava EM PÉ NA FILA... De repente, uma senhora que estava sentada em uma das dez cadeiras que têm no hall de entrada me chamou... "ei, eu tô bem aí" (apontando para a fila). Eu, um pouco incrédula, respondi: "Como? Como que a senhora está aqui se está sentada bem aí?" A seguir uma outra que também estava sentada lá do outro lado veio se chegando, sorrindo (amareladamente) e dizendo... "eu também tô bem aqui..." (apontando para a última da fila)...Eu comecei a suar, rir nervosa e a reclamar pelo meu lugar legítimo naquela fila.
A primeira senhora, notoriamente alterada começou a dizer: “o certo é perguntar quem é o último... quem é educado pergunta” e eu: “então eu sou mal educada?” ... ... ...
Pra não me alongar fecho com um último elemento... outra pessoa surgiu. Ela veio lá das bandas do elevador ou escadas, sei lá... só sei que ela veio de além roletas... ela sequer estava no hall de entrada da faculdade. Chegou rindo e dizendo: “Ei, ei eu to bem aqui” (se posicionando na minha frente).
FIM. Eu saí dali pra não perder o pouco de paciência que me restava daquela situação ridícula. E o pior foi que ao sair dali, meio rindo, meio esbravejando, ouvi o seguinte (ainda da primeira destemperada senhora): “na minha cidade ninguém vai fazer isso comigo... eles vêm do Pará e...” Não ouvi o resto pois eu poderia descobrir que não sou gaúcha, como sempre soube que era e me deparar com o fato de ser (quem sabe?) uma marajoara da gema. Já pensou? CREDO!!!! Não acredito que essas coisas acontecem.

Pois bem, este primeiro texto é uma provocação para os meus alunos da 3 JRN e 3 PPN. Provoco meus queridos a pesquisarem, escreverem matérias ou reportagens, criarem e produzirem campanhas de forma a minimizar esse tipo de transtorno nas filas. VOCÊS, MEUS QUERIDOS, são os profissionais mais que indicados pra resolver isso. Podem me procurar que eu passo mais detalhes... eu digo e repito: o que eu vivi naqueles poucos minutos rende um TC, um documentário e quem sabe até uma novela. Embora?